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PRÁTICA DE CAMPO:DECLIVIDADE DO TERRENO
Trigonometria – distâncias e ângulos verticais
Consequências ambientais conforme o tipo de declividade no terreno
ESCOLHA UM TERRENO QUE POSSUA DETERMINADA DECLIVIDADE
MATERIAIS NECESSÁRIOS
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1 Trena,
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5 Piquetes,
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1 Aparato-A.
NO CAMPO: EXECUTE OS SEGUINTES PROCEDIMENTOS
1º) Passo: pegue um piquete e finque na parte mais alta do terreno, meça 25 metros no sentindo morro abaixo e a cada 5 metros finque um piquete no solo.
2º) Passo: estando os piquetes alinhados no terreno, pegue o Aparato-A construído e posicione no 1º piquete, estabilize o nível de bolha no centro, para isto será necessário erguer o Aparato-A para cima a partir disto meça a ponta do aparato até o chão e anote esta altura. Assim repita este processo em cada piquete distribuído no terreno.
3º) Passo: observe que em cada piquete do terreno, ao alinhar o aparto-A no horizonte estabilizando assim o
nível de bolha, há a formação de um triângulo retângulo (no plano vertical) entre as “pernas” do Aparato-A e a
declividade do solo, e é através desta formação de distâncias e ângulos no terreno que podemos através da
coleta da altura ou distância vertical calcular a declividade no terreno.
4º) Passo: A cada procedimento no terreno anote em uma planilha os dados, os dados deverão ser anotados na coluna DN, que significa Diferença de Nível que poderá ser utilizado os termos Distância Vertical (DV) ou ainda Altura (h), ambos são sinônimos.
Prática: utilizar o Aparato-A para coletar os desníveis do terreno.
5º) Passo: cálculo de declividade do terreno.
DN= Diferença de nível; DH= distância horizontal; D%= declividade em porcentagem;
Dº= declividade angular.
D%= (DN/DH)*100
Dº= ArcTan (DN/DH)
O cálculo poderá ser executado ponto a ponto, ou realizar a média dos DN e obtendo apenas um valor total de declividade, isso ficará a cargo do docente em relação ao tipo de terreno trabalhado e ao tema escolhido para embasamento do estudo.





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